PRESS RELEASE

Ex-Móveis Coloniais de Acaju, Beto Mejía lança novo álbum “Wahyoob”

 

Gustavo Bertoni (Scalene), André Whoong e Victor Meira (Bratislava) são convidados do disco que tem lançamento solidário, com 70% da arrecadação destinados a ONGs de SP e BA

 

Após um hiato de quatro anos de seus projetos solo, Beto Mejía coloca no mundo o sucessor do EP “Abraço” (2012): o álbum “Wahyoob”. O lançamento é independente e também beneficente. Isso porque o download acontece no modelo “doe quanto quiser”, com parte do valor arrecadado sendo destinado às ONGs Santuário Terra dos Bichos (SP) e Desabafo Social (BA). A ligação com o bem estar e a vida animal está estampada no nome do trabalho, batizado em referência a um conceito ritualístico maia. “Wahyoob” é a busca por uma força arquetípica animal para se vivenciar o cotidiano, e é essa a aura que guia o novo lançamento do músico, cantor e compositor brasiliense.

 

Conhecido como flautista do Móveis Coloniais de Acaju, trabalho que dividiu com outros nove instrumentistas ao longo de 18 anos, Beto vê em “Wahyoob” um recomeço. Com a pausa indefinida nas atividades do Móveis, anunciada recentemente, o foco do artista foi para o novo álbum que já estava saindo do forno após mais de um ano em desenvolvimento. Esse renascer também coincidiu com a chegada da paternidade na vida do músico, um acontecimento que deixou sua marca na faixa 11 do disco, “Amora”, nome de sua filha. No total, são 12 músicas de inspirações diversas, de orixás a cultura pop, passando por referências sonoras percussivas, melódicas e eletrônicas.

 

O álbum inicia com o tema instrumental “Começo, meio e fim”, composto originalmente como uma abertura do show do Móveis Coloniais de Acaju, mas que nunca vingou. A intenção é a de abrir os ouvidos de quem irá acompanhar essa viagem musical. Logo em seguida, o single “Kaningawá”, lançado no fim de outubro e um prenúncio da aura pop do disco. Em “Eu cruzei o seu caminho”, a letra reflete sobre uma troca de olhares entre desconhecidos. Na mesma onda de encontros improváveis, as notas dos sopros se unem ao synth, com o instrumental inspirado pela abertura da série de TV “The Leftovers”.

 

“Odoya” entrega a vocação espiritual do disco, em uma homenagem a Iemanjá, a mãe do mar. A energia da natureza se traduz em grooves de percussão e sintetizadores na linha de teclados amadores dos anos 80. “Bubna” marca a primeira participação especial nos vocais, com Gustavo Bertoni (Scalene) como convidado, apesar de a letra ter sido composta com uma voz de narradora feminina. “Essa foi feita para todas as vozes de mulheres que um dia foram emudecidas”, explica Beto.

 

“Diminutivo” faz alusão ao nosso falso senso de importância, enquanto “Eu me perdi” faz o caminho inverso ao abordar a invisibilidade social. “A letra saiu depois de caminhar um dia pela Cracolândia. A energia lá é muito densa. Pra sair dali, só com ajuda e nada de indiferença”, reflete Beto.

 

“Fiz um feitiço” inaugura os momentos finais do disco, sob influência direta das flautas do trabalho solo de Jónsi, vocalista do Sigur Rós. Com “Sopra no ar”, Beto entra em sua natureza mais percussiva em um groove inusitado de bateria. “Gravar essa batera, por sinal, não foi uma das coisas mais simples. Mérito do Anderson Nigro. É talvez a mais doidona do disco, tem quebra de parte, modulações e batuque de macumba”, entrega.

 

Trazendo mais um convidado, “Uhuuu” conta com André Whoong, letra simples e energia para cima. “É pra tirar o pé do chão, dançar até não poder mais e celebrar a felicidade das boas companhias”, conta Beto. Por fim, em “Minerador”, Victor Meira, vocalista da Bratislava, colabora em letra e música. “Dentro do conceito do disco, acho que não havia frase melhor pra terminar. A gente luta o tempo inteiro, se suja o tempo todo. Vale assumir que ninguém é perfeito. ‘Talvez, eu nunca pise no céu’”, finaliza Beto.

 

Nesse novo trabalho, ele assina ainda a produção, guitarras e baixos (todos ao lado de Kelton Gomes). Entre os músicos convidados estão também os saxofones que os acompanharam por quase duas décadas no Móveis: Esdras Nogueira e Paulo Rogério. E, incorporando o espírito “Wahyoob” do disco, 70% de toda a arrecadação pelos downloads no site betomejia.com.br serão destinados às ONGs Santurário Terra dos Bichos, localizada em São Paulo e que já resgatou mais de 500 animais de 18 espécies, e Desabafo Social, de Salvador, projeto que visa a transformar vidas por meio da promoção da cultura dos direitos humanos, do incentivo ao empreendedorismo social e novas práticas pedagógicas embasadas por indicadores e dados. O valor da contribuição é livre e dá direito ao download do disco, que também será disponibilizado nas plataformas de streaming de música.

 

Ouça “Wahyoob”:

Deezer: www.deezer.com/album/14446526

SoundCloud: http://soundcloud.com/betomejia/sets/wahyoob

 

Tracklist:

 

1. Começo meio e fim

2. Kaningawa

3. Eu cruzei o seu caminho

4. Odoya

5. Bubna

6. Diminutivo

7. Eu me perdi

8. Fiz um feitiço

9. Sopra no ar

10. Uhuuu

11. Amora

12. Minerador

 

Ficha técnica:

 

Produzido por Beto Mejía e Kelton Gomes

Gravado nos estúdios Gravaqui, Brasília / Family Mob -  São Paulo / Rootsans Studios, São Paulo /  Casa do Loows, São Paulo.

Guitarras e baixos, exceto música 08 e 09  - Kelton Gomes e Beto Mejía

Guitarras e baixo música 08 e 09 - Fernando Jatobá,  Kelton Gomes

Baterias  todas as faixas exceto faixa 11 - Anderson Nigro

Bateria faixa 11 - Diego Marx

Violão faixa 5 - Bc

Sax Barítono - Esdras Nogueira

Sax Tenor - Paulo Rogério

Trombone - Jefferson Carvalho

Trompete - Mathian da Silva

Congas e timbales - Thiago Delimacruz

Arranjo música 12: Ivan Chiarelli

Participação de Gustavo Bertoni na faixa 3, André Whoong na faixa 10, Victor Meira na faixa 12

 

Mixado por:

Faixas 1,4,5,7,9,10 - Henrique Andrade

Faixas 3,11 12 - Diego Marx

Faixa 2 - Xande Burzstyn

Faixa 6 - Gustavo Dreher

Faixa 8 - Fernando Jatobá

 

Masterizado por: Xande Burzstyn

Assessoria de imprensa

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